O LUCRATIVO NEGÓCIO DAS BÍBLIAS - VERSÃO E AVERSÃO.
A Reforma Protestante trouxe de volta ao povo o direito de ter em mãos a Bíblia. Isto foi (e continua sendo) muito bom! Preocupou-se com a tradução da palavra para vários idiomas, e isto também foi bom. Expressões foram adaptados para se adequarem à cultura do país para cuja língua fora traduzida o Livro Sagrado. Ex.: Num país onde não se conhece neve, como lhes dizer que seriam mais alvos que a neve? Não conhecem a brancura da neve – isto antes da era da internet. O que dizer? Isto também foi muito bom! Criaram Bíblias com letras gigantes para facilitar a leitura daqueles que possuem visão fraca. Muito bom! Daí, as atitudes que foram muito boas começaram a caminhar para outro lado. Sob a égide de “facilitar” o acesso ao estudo da Bíblia surgiram as versões: Bíblia de Estudo, Pentecostal, Genebra, do Jovem, da Mulher, do Adolescente, Anotada, De acordo com os melhores textos originais, de Louvor e Adoração, na Linguagem de Hoje, NVI, do Empresário...etc. ...